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Uma vela por cada ser humano assassinado sem direito a defender-se!

 

 

 

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Médicos e o aborto

 

 

Carta aos médicos católicos

     

Carta aos médicos católicos de todo o mundo pelo Dr. José María Simón, Presidente da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (F.I.A.M.C.):

 "La relación del médico con la moral" »»»

 


"Somos médicos, por isso Não"

 

 Na sessão de apre­sentação do Núcleo de Coim­bra do movimento "Somos médicos, por isso Não", um movimento de dimensão nacionalque integra apenas médicos e estudantes de Medicina, a obstetra Isabel Veiga de Miranda leu a declaração de princípios do movimento, na qual os subscritores afirmam que "como médicos", têm "um compromisso radical e irrenunciável com a vida e a sua defesa". Por isso, refere o manifesto do movimento, "respeitamos a vida intra-uterina" e "não podemos concordar que vidas inocentes e valiosas sejam sacrificadas por decisão única de sua mãe".

Na sessão es­tiveram presentes, entre muitos outros médicos, Vilaça Ra­mos, Dinis de Freitas, Linhares Furtado, Adriano Vaz Serra , Manuel An­tunes, Carlos Ramalheira e João Patrício, Adelino Marques, José Miguel Baptista, Anette d'Almeida...

Os médicos obstetras presentes - José Miguel Baptista, Anette d'Almeida e Isabel Veiga de Miranda - contestaram as estatísticas habitualmente invocadas pelos defensores do Sim.

José Miguel Baptista leu uma declaração de Bernard Nathanson, intitulada "confissão de um médico, ex-abortista", na qual o clínico norte-americano, que se assumiu como responsável por 75 mil abortos, falou sobre a manipulação dos números divulgados à opinião pública, como modo de pressionar o governo norte-americano para legalizar o aborto e conclui:
"O aborto está actualmente a ser utilizado como o principal método de controlo de natalidade nos Estados Unidos e o número de abortos feitos anualmente cresceu em 1500% desde a legalização".

Veja a notícia completa no Diário As Beiras »»».

 


Prof. Adriano Vaz Serra: 64 por cento das mulheres são coagidas a abortar

O Prof. Doutor Adriano Vaz Serra, Professor Catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra, Director da Clínica Psiquiátrica dos HUC  e Presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental afirmou, na sessão de apre­sentação do Núcleo de Coim­bra do movimento "Somos médicos, por isso Não", que 64 por cento das mulheres "são coagidas a abortar pelo homem que se aproveitou delas". "Em cerca de 95 por cento dos casos estas mulheres não abortariam se fossem apoiadas", sublinhando que muitas das que praticam o aborto acabam por desenvolver patologias psiquiátricas.

 


Prof. Manuel Antunes : a vida começa no momento da con­cepção


O Prof. Manuel Antunes, Catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra, reputado especialista em Cirurgia Cardiotorácica e Director do Serviço de Cirurgia Cardíaca e Transplantes dos HUC, afirmou ao Diário de Coimbra que "o valor da vida não é referendável".

"Eu acredito, sublinha, que a vida humana começa na primeira célula embrionária, momento a partir do qual se estabelece o código genético único para cada indivíduo".


  

 

CAMINHADA PELA VIDA EM LISBOA

DOMINGO, 28 DE JANEIRO DE 2007

IMAGENS DE UMA DIMENSÃO QUE AS TELEVISÕES SE RECUSARAM A MOSTRAR  

 

 

IMAGENS DA AGÊNCIA REUTERS

(É LAMENTÁVEL TERMOS QUE RECORRER A IMAGENS ESTRANGEIRAS PARA TERMOS UMA NOÇÃO OBJECTIVA DA REALIDADE, MAS ASSIM ESTÁ A NOSSA COMUNICAÇÃO SOCIAL...)

 

 

 

 

 

Não soube do mundo

Era tão pequeno
que ninguém o via.
Dormia sereno
enquanto crescia.
Sem falar, pedia
- porque era semente -
ver a luz do dia
como toda a gente.
Não tinha usurpado
a sua morada.
Não tinha pecado.
Não fizera nada.


Foi sacrificado
enquanto dormia,
esterilizado
com toda a mestria.
Antes que a tivesse,
taparam-lhe a boca
- tratado, parece,
qual bicho na toca.

Não soltou vagido.
Não teve amanhã.
Não ouviu "Querido"...
Não disse "Mamã"...
Não sentiu um beijo.
Nunca andou ao colo.
Nunca teve o ensejo
de pisar o solo,
pezito descalço,
andar hesitante,
sorrindo no encalço
do abraço distante.


Nunca foi à escola,
de sacola ao ombro,
nem olhou estrelas
com olhos de assombro.
Crianças iguais
à que ele seria,
não brincou com elas
nem soube que havia.
Não roubou maçãs,
não ouviu os grilos,
não apanhou rãs
nos charcos tranquilos.
Nunca teve um cão,
vadio que fosse,
a lamber-lhe a mão
à espera do doce.

Não soube que há rios
e ventos e espaços.
E invernos e estios.
E mares e sargaços.
E flores e poentes.
E peixes e feras -
as hoje viventes
e as de antigas eras.

Não soube do mundo.
Não viu a magia.

Num breve segundo,
foi neutralizado
com toda a mestria.
Com as alvas batas,
máscaras de entrudo,
técnicas exactas,
mãos de especialistas
negaram-lhe tudo
( o destino inteiro...)

- porque os abortistas
nasceram primeiro.

(Renato de Azevedo)

 

 

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 Imagem tirada no final do primeiro mês de gravidez.

O embrião tem cerca de 1 cm de comprimento.

 

 

Sabia que...

aos 8 dias (1 semana)
O bebé produz uma hormona, que suprime o período menstrual da mãe. A primeira célula cerebral do bebé aparece.


aos 18 dias
O coração do bebé começa a bater e já se lhe poderia fazer um electrocardiograma (ECG).


aos 20 dias
O coração do bebé está num estado avançado de formação. Os seus olhos começam a formar-se e o seu cérebro, coluna e sistema nervoso estão praticamente completos.


às 4 semanas
Os musculos do bebé desenvolvem-se e os seus braços e pernas já são visíveis. O bébé neste momento está já 10.000 vezes maior que o seu tamanho inicial.


às 5 semanas
O sangue que corre nas veias do bebé é diferente do sangue da mãe. A hipófise forma-se e a sua boca, orelhas e nariz começam a delinear-se.


às 6 semanas
A cartilagem do esqueleto do bebé está completamente formada e começa a ossificar. O cordão umbilical desenvolveu-se. O cérebro do bebé coordena o movimento.


às 7 semanas
Os lábios do bebé são sensíveis ao toque e as suas orelhas têm semelhanças com padrões familiares. Os primeiros neurónios totalmente desenvolvidos (células nervosas) aparecem na medula-espinal, começando a construção do tronco cerebral, que é uma parte importante do cérebro (porque regula as funções vitais). É nesta altura que os cientistas registam a primeira actividade cerebral.


às 8 semanas
O bebé está bem proporcionado, com cerca de 35 gramas e 4 cm. Todos os órgãos estão presentes, completos e a funcionar (excepto os pulmões). O coração bate. O estômago produz sucos gástricos. O fígado fabrica células sanguíneas. Os rins estão a funcionar. O gosto começa a formar-se. O estímulo do som de palmas leva o bebé a movimentar os braços. Das 45 gerações de duplicações celulares que terão lugar até à idade madura, 2/3 já ocorreram. O bebé tem agora cerca de um bilião de células. Tem, também, mais informação genética do que todas as palavras pronunciadas por todos os seres que alguma vez viveram desde o princípio da espécie humana.


às 9 semanas
O bebé fechará as mãos à volta de um objecto posto na sua mão. As unhas estão a formar-se e chucha nos polegares.


às 10 semanas
O corpo do bebé é sensível ao toque. Faz caretas e abre e fecha os olhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Participe no nosso inquérito sobre o início da vida humana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Actualizado em: 18-02 2009.